artigos
Convibra Conference - INFECÇÃO RELACIONADA AO CATETER TOTALMENTE IMPLANTÁVEL DE LONGA PERMANÊNCIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ONCOLÓGICOS
INFECÇÃO RELACIONADA AO CATETER TOTALMENTE IMPLANTÁVEL DE LONGA PERMANÊNCIA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES ONCOLÓGICOS

DOCUMENTAÇÃO

Tema: Saúde da Criança e do Adolescente

Temas Correlatos: Indicadores Sociais de saúde;

Acessos neste artigo: 56


Certificado de Publicação:
Não disponível
Certificado de Participação:
Não disponível

COMPARTILHE ESTE TRABALHO

AUTORIA

Juliana Fernandes Rodrigues Da Silva Silva

ABSTRACT
Introdução: Pacientes oncológicos que ficam internados por longo período em procedimentos invasivos aumentam o risco de infecção, que é uma das principais complicações apresentadas em crianças oncológicas com cateter de longa permanência, do tipo port-a-cath. Objetivo: Levantar o índice de infecção e identificar a causa associada ao uso de cateter totalmente implantável do tipo port-a-cath em crianças e adolescentes oncológicos. Material e Método: Pesquisa documental, descritivo e quantitativo, realizado em prontuários de crianças e adolescentes com diagnóstico de neoplasia, atendidas no Hospital GPACI – Grupo de Apoio e Assistência ao Câncer Infantil no interior do estado de São Paulo, nos anos de 2015 a 2017. A amostra será constituída por 114 prontuários de crianças e adolescentes com idade entre um mês à 20 anos. Resultados: A média de idade das crianças e adolescentes foi de oito anos, verificou-se maior frequência de utilização de cateter de longa permanência na adolescência de 36%, seguido do pré-escolar com 29%. Da amostra, 56% eram do sexo feminino. Os diagnósticos por pacientes com infecção de port-a-cath foram 32% de leucemia linfoide aguda, 20% de meduloblastoma, 12% leucemia mieloide aguda, 8% de neoplasia maligna de glândula supra renal, 8% de neuroblastomas. Dessas infecções, dezesseis são acometidos por gram negativo, onze por gram positivo e dois por fungo, correspondendo 55%, 38 % e 7 % respectivamente. Os principais microrganismos encontrados são:  Staphylococcus epidermidis, em sete casos (24%); em quatro casos por Escherichia coli (14%), quatro por Pseudomonas fluoresoiscens (14%); três por klebsiella pneumoniae (10%) e dois por Staphilococcus hominis (7%), dois por Candida parapsilosis (2%) e outras infecções por microrganismos diferentes. Conclusão: Agregamos esse aumento de taxa devido aumento de internações, aumento de implante de port-a-cath, rotatividade de equipe de enfermagem, desde a higienização das mãos, punção, troca de curativo e infusão de medicações.

Palavras-chave:Cateteres Venosos Centrais; Infecção; Oncologia; Pediatria; Adolescentes.

Para participar do debate deste artigo, .


COMENTÁRIOS
Foto do Usuário Pedro Henrique Barbosa De Sá 22-11-2022 12:39:28

O trabalho apresenta um tema muito relevante para a pediatria oncológica. Demonstra a necessidade de saber o melhor momento para a realização da introdução do cateter! Parabéns!

Utilizamos cookies essenciais para o funcionamento do site de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.